Trocando letras

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Resenha: O Mar de Monstros

Biografia do livro

Título: O Mar de Monstros
Autor: Rick Riordan
Série a que pertence: Percy Jackson e os Olimpianos
Personagens principais: Percy Jackson (a vá!), Annabeth Chase e Tyson 
Preço em que paguei: R$ 29,90 na Saraiva
Adaptado ao cinema como: Percy Jackson e o Mar de Monstros

Enredo

"Navegarás com guerreiros de osso em navio de ferro
O que procuras há de encontrar, e teu o tornarás
Mas sem esperança dirás, minha vida em pedra enterro
Sem amigos falharás, e voando só, retornarás."
Após poupar o Monte Olimpo e o mundo de uma terceira guerra mundial, Grover parte à procura de Pã como dissera. Ele fica preso na casa de um ciclope e manda sonhos estranhos para Percy, que ficou o ano letivo inteiro na casa de sua mãe. Na escola conhece Tyson, um morador de rua, que na verdade é um ciclope meio-irmão de Percy. Quando é atacado por lestrigões e salvo por Annabeth, volta para o Acampamento Meio-Sangue, onde tudo está um caos; a árvore mágica de Thalia foi envenenada, Quíron é o suposto culpado e foi demitido e ataques de monstros são frequentes. Por isso, o diretor decide enviar Clarisse para recuperar o Velocino de ouro, capaz de curar qualquer coisa. Mas Percy, Annabeth e Tyson também vão à sua procura, e, trabalhando junto com Clarisse, deter Luke (que está por trás de tudo isso.) e pegar o Velocino. Mas a magia desse objeto mistico vai ser bem mais poderosa....

Gostei porque...

A ação e o humor continuam fortes e tão bons quanto no primeiro livro. Ainda gosto mais do Ladrão de Raios, mas o Mar de Monstros me surpreendeu; achei que ia ler algo completamente diferente do filme. De fato achei, mas o segundo livro é bem melhor do que o filme correspondente! O primeiro caso não foi assim, pois tanto o filme quanto o livro eram bons. O final do segundo é emocionante e pede pela continuação, A Maldição do Titã. O enredo continua muito rápido e bem explicado, mas esse livro é bem mais curto do que o primeiro. 

Não gostei porque...

Ele é curto demais para tudo que acontece, então alguns acontecimentos não são tão bem narrados quanto deveriam. Alem disso, perdeu um pouco a graça para mim, por exemplo, que vi o filme antes de ler o livro. Isso é um erro que espero que não cometam.


Aviso!!!

Oi pessoas! Finalmente entrei de férias!! Por isso, acho que mereço um descanso a mais. O blog vai ficar inativo (ou seja, sem posts) até janeiro. A próxima resenha vai ser a ultima até esse período completar. Me desculpem profundamente, mas não sei se conseguirei lembrar de fazer as resenhas. Por isso, prefiro ja avisar que não postarei nada. Talvez só a lista de presentes de Natal e comprinhas. Mas sem resenhas, textos ou TAGS. Um beijo e mais uma vez desculpas.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Resenha: Dezessete Luas

Biografia do livro

Título: Dezessete Luas
Autoras: Margaret Stohl e Kami Garcia
Série a que pertence: Beautiful Creatures
Personagens principais: Ethan Wate e Lena Duchannes
Preço que paguei: 40,00 na Saraiva
Não tem adaptação cinematográfica

Enredo

Depois de Lena não se invocar e "matar" seu próprio tio, ela e Ethan têm problemas de relacionamento. Ela começa a mudar; conjura feitiços do mal, monta na garupa de estranhos, se culpa deliberadamente, passa menos tempo com o namorado e quase o mata. A prima Sirena de Lena, Ridley, começa a voltar a andar com ela, o que não é boa coisa. Para o pacote ficar completo, uma inglesa começa a trabalhar com Ethan na biblioteca e quem não gostou foi Lena, que ficou muito enciumada. Como se culpa pela morte do tio, decidiu ir para a Grande Barreira com John Breed, um Imcubus diferente. Ethan recebe de Marian, antiga amiga de sua mãe e bibliotecária, um Arco Voltaico, que vai guiá-lo até Lena e salvá-la. 

Gostei porque...

A continuação segue perfeitamente os suspenses e os mistérios do primeiro livro. O amor de Ethan e Lena continua fofo e intenso apesar dos problemas. Os vilões são espertos e surpreendentes, o que pra mim é importante, pois na minha opinião os vilões são a chave de um bom livro ou de uma boa história. O enredo é rápido e emocionante, como as expectativas desejadas. Livro muito bom.

Não gostei porque...

Sou muito romântica, e o amor dos personagens é meio instável. Além disso, o livro acaba pedindo pela continuação, e sou realmente muito curiosa. O segundo livro é bom, mas é muito diferente do primeiro. O primeiro é fofo e misterioso, o segundo é misterioso e cheio de problemas. 


Resenha: O Ladrão de Raios

Biografia do livro

Título: O Ladrão de Raios
Autor: Rick Riordan
Série a pertence: Percy Jackson e os Olimpianos
Personagens principais: Percy Jackson (não diga!), Annabeth Chase e Grover Underwood
Preço que paguei: R$ 29,90 na Fnac
Adaptado ao cinema como: Percy Jackson e o Ladrão de Raios

Enredo

"Você deve ir para o oeste e enfrentar o deus que se tornou desleal
Você deve encontrar o que foi roubado e devolver em segurança
Você será traído por aquele que o chama de amigo
e no fim não conseguirá salvar aquilo que mais importa."
Percy é um garoto normal. Enfim, quase; ele é disléxico e tem transtorno do déficit. Ele tem 12 e já estudou em mais de cinco escolas. Sua mãe, Sally Jackson, não é literalmente viúva, mas seu pai os abandonou quando Percy ainda era um bebê. Na verdade, isso só aconteceu porque seu pai é um Olimpiano; mas precisamente, Poseidon. Seu melhor amigo é um sátiro, ou um homem bode. Percy vai ter que ir pro Acampamento Meio-Sangue, onde ficam todas as crianças como ele, filhas de deuses com humanos. Lá conhece Annabeth, filha de Atena, e Quíron, seu suposto professor de latim. Como ele é filho de um dos três deuses mais poderosos, enviam-no junto de Annabeth e Grover para uma missão para achar o famoso raio de Zeus, que supostamente Percy roubou. Ele vai ser traído por quem ele chama de amigo, e vai ter uma das reviravoltas mais surpreendentes da sua vida.

Gostei porque...

Sempre fui fã de mitologia grega, e o autor soube misturar isso perfeitamente com o enredo. Tudo tem a ver com mitologia. Não tem erros históricos (ou mitológicos), o que é muito difícil acontecer. O livro é engraçado no ponto certo e as aventuras dos mocinhos são muito divertidas e emocionantes. A surpresa do final muda todo o enredo. Eu vi o filme antes de ler o livro, e pude perceber mais de mil diferenças. O livro ganha de 100000001 do filme.

Não gostei porque...

A capa é muito feia! Eu sei, não devo julgar um livro pela capa, mas ela não é bonita! Além disso, os problemas nunca acabam para Percy e seus amigos. Só isso mesmo, o livro virou um dos meus preferidos.





segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Resenha: Caçadora de Unicórnios

Biografia do livro

Título: Caçadora de Unicórnios
Autora: Diana Peterfreund
Série a que pertence: Ordem da Leoa
Personagens principais: Astrid Llewelyn, Philippa Llewelyn e Giovanni Cole
Preço que paguei: R$ 39,90 na Fnac
Não tem adaptação cinematográfica

Enredo

Esqueçam as asinhas fofinhas e os relinches suaves. Nada disso. Os unicórnios são feras ferozes, que comem carne humana. O seu chifre possui um veneno mortal. E ainda por cima só virgens descendentes de Alexandre, o Grande podem se aproximar deles. Ou seja, só virgens podem matá-los. Mas é preciso muito esforço e treino para caçá-los. Astrid, após um incidente com seu namorado, é enviada por sua mãe a Roma, para ser treinada a caçar unicórnios. Sua prima também é enviada. Astrid e sua prima, Philppa, são muito pressionadas por serem descendentes de Clothilde Llewelyn, a legendária caçadora que matou o último karkadann da história. Ela é muito boa, sabe caçar e pode descobrir muitas coisas que mudarão o rumo de sua caçada. Mas uma paixão por um estudante de arte pode pôr tudo a perder.

Gostei porque...

A narrativa é animada, mas ao mesmo tempo é bem explicada. A autora pegou uma lenda (ou invenção) e torno-a muito mais interessante e misteriosa. Os fatos históricos importantes estão todos explicados com essas criaturas. No final do livro, acho que nos agradecimentos, a autora diz que não inventou a história, toda, que já tinha famílias que acreditavam e estudavam os unicórnios malvados. Então ficamos na dúvida: será que eles existem?

Não gostei porque...

Minha infância foi destruída! Eu que achava os unicórnios muito fofos, nunca vou poder ver um unicórnio nos filmes sem me lembrar dessa versão. E também a personagem da Astrid é muito confusa: uma hora acha uma coisa e na outra, sem explicações na narrativa, acha algo totalmente diferente.